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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Escalpadores

Coríntios 11:

- “Julgai entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta? Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu”.


Berenice era rainha do Egito e mulher do rei Ptolomeu III. Quando o Egito entrou em guerra com os Assírios, Ptolomeu teve de ir combater. Desesperada, Berenice prometeu a Afrodite, deusa do amor, que lhe entregava a sua cabeleira caso o rei voltasse a salvo da guerra. No seu regresso, é com alguma tristeza que Berenice cumpre o prometido e corta os cabelos para a oferenda.
Comovida, Afrodite colocou o cabelo nos céus para aliviar a mágoa de Berenice.

Os escalpadores utilizavam-se desta crueldade como uma forma de provar que de fato tinham matado os índios para fazer jus ao prêmio.
Os índios, em represália a estes caçadores de escalpos, passaram a adotar a mesma estratégia contra seus inimigos, e não demorou para o escalpo adquirir para os indígenas mais exaltados e violentos um status de poder, de vitória, de força na guerra, especialmente entre os índios apaches, notadamente violentos na arte de guerrear.

Escalpar é a retirada de parte ou de todo o couro cabeludo da vítima. Geralmente a vítima escalpada não sobrevivia, mas em alguns casos tal ocorreu.

Escalpo é a cabeleira de alguém, geralmente tido como um troféu especial e marca de coragem para um índio na trilha da guerra. Depois de ataques a colonos ou diligências, os índios mais cruéis e implacáveis puxavam o punhal e arrancavam a cabeleira das vítimas.
Um sinal de glória e coragem, os escalpos eram pendurados nas tendas dos índios ou mesmo em suas cinturas.



(rio Paraíba do Sul)

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