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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Negro na Senzala

Darcy da Mangueira

G.R.E.S Unidos da Tijuca

Enredo para o carnaval de1958

Nos idos dos tempos coloniais
No Brasil de escravos e senhor
O negreo era transladado
E depois arrematado
pelo escravizador.

E dessa época pra cá
Sofrimento era demais
Era demais
Negro tinha que trabalhar

Trabalhar até cair
No engenho de açucar
Na colheita do algodão
Negro era castigado
Pelo senhor do sertão

A casa grande
Requinte de grande fidalgia
Mas sem o labor do negro
O senhor nada fazia

Laia,laia,laia,
Laia,lais,lais

Preta velha
Ama do filho do senhor
Negro na senzala
Esquecia os momentos de dor
Com lindas danças e cantorias
Preto velho não pensava
Em seus momentos de agonia

Laia,laia,laia
Laia,laia,lais


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