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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Aferindo a pressao

O primeiro cientista a aferir a pressão do sanguínea foi um reverendo inglês. O sacerdote Stephens Hales.(1677 - 1761)Ele fez a experiência com uma égua. A um pequeno tubo metálico prendeu um longo tubo de vidro, com o conduto de vidro em posição vertical, inseriu a extremidade livre do tubo metálico na artéria femural da égua, localizada em sua coxa. O sangue subiu para o tubo de vidro, após alguns momentos, atingiu a altura surpreendente de quase 3 metros, mas este nível não permaneceu constante: subia e descia, a cada pulsação do coração do animal.
A contração cardíaca - sístole ,aumentava a pressão e a coluna subia ; o relaxamento do coração - diástole ,diminuia a pressão e a coluna descia.
O método do cientista - sacerdote foi excelente para medir a pressão da égua, mas é óbvio que não se podia aplicar a nós seres humanos. Por isso foram desenvolvidos aparelhos especiais, que indicam o fluxo sanguíneo numa coluna de mercúrio - metal cujo símbolo químico é Hg.
O resultado é expresso em centímetros de mercúrio. Um dos aparelhos mais usados é o esfigmanômetro - do grego - sphygmos, pulso - manos, fluído e metron, medida, conhecido como aparelho de pressão.
Para medir ou aferir a pressão, o médico coloca o aparelho e apalpa o pulso, vagarosamente, bombeia o ar para o interior da manga, até que a pulsação não seja mais sentida.
O desapareceimento da pulsação ocorre porque a manga inflada comprime a artéria umeral, achatando-a - o sague não consegue passar para alcançar o pulso. Nesse momento, o medidor do aparelho registra a pressão sistólica, que no ser humano situa-se entre 10 e 16 cm.
A medida da pressão sistólica é um pouco complicada, no momento em que se aferiu a pressão sistólica, o médico afrouxa ligeiramente a válvula, que permite o escapamento do ar. O ar sai , muito devagar,o médico então aplica o o estetoscópio. A medida que a manga vai se alargando, ele ouve uma série de sons que depois silencia. È o momento da diástole, o medidor registra a pressão diastólica, esta varia de 6 e 10 cm de mercúrio.
Se o paciente estranha o processo ou se assusta ; a pressão é alterada.
Por isso há médicos,( principalmente os cardiologistas )que costumam aferi-la duas vezes, no início da consulta e outra no final da mesma , o procedimento é utilizado para se ter a certeza que os números exibidos estão corretos.

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